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Testemunhos

“Somos lésbicas. O nosso filho vai perder alguma coisa por não ter um pai?” – Revista MAGG

casal lesbicas adopçao

Semanalmente a revista Magg do grupo Observador tem um espaço dedicado às dúvidas dos leitores podendo questionar temas como saúde, amor, sexo, carreira, filhos e a psicóloga especialista Sara Ferreira responde.

Esta semana um casal homoafetivo envia a seguinte questão à psicóloga Sara Ferreira: ‘Eu e a minha namorada queremos ter um filho. A sociedade diz-nos que ele vai perder por não sermos um casal heterossexual. Devemos estar preocupadas?’

A psicóloga responde de forma clara e desmistifica alguns preconceitos e estereótipos. Revela que não existe nenhum problema na adopção homoparental mas sim na sociedade na qual vivemos. Esta matéria também desmistifica estereótipos como um casal gay vai criar filhos gays ou mãe é mãe e pai é pai.

‘O desenvolvimento da criança não depende da tipologia da família, ou se o casal é do mesmo sexo, mas do vínculo que os pais e mães vão estabelecer entre eles e a criança. Afeto, carinho, regras: essas coisas são mesmo as mais importantes para uma criança crescer saudável.´

Psicóloga Sara Ferreira

É um artigo muito interessante e recomendo a sua leitura. Pode ler na integra aqui:

Fonte: MAGG

Orgulho Gay 🌈

Testemunhos

Carla descobriu a homossexualidade aos 26 anos – Testemunho

Aos 26 anos, Carla descobriu que era homossexual. No «A Tarde é Sua», Carla Pereira e Andreia Grilo conheceram-se no trabalho e estão juntas há três anos. Veja o vídeo aqui

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Histórias

Músicos abafam discurso de ódio LGBTI com saxofones

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Em Nova Iorque, um pregador homofóbico estava a propagar discurso de ódio LGBTI+ na rua sobre quando foi inesperadamente abafado por Jazz tocado por artistas de rua.

O homem homofóbico, com uma Bíblia debaixo do braço, dizia através do microfone que a comunidade LGBTI+ vai queimar no inferno. Posteriormente, os músicos Augie Bello e Julian Roel estavam ali perto quando ouviam o discurso e decidiram a abafar o ódio LGBTI+ com a música dos seus instrumentos.

O momento foi registado pelo cineasta Nicolas Heller estava a passar: ‘Eu estava atrasado para uma reunião quando passei pelo local, então só tinha dois minutos para ver o que estava a acontecer’, disse ele em entrevista ao site Queerty

Bello disse ao site Queerty: ‘Eu e o meu amigo Julian, tínhamos acabado de almoçar e estávamos a regressar para a escola (The New School For Jazz) quando ouvimos esse homem a discursar ódio LGBTI+.’

‘O vídeo não mostra o que ele disse antes. Ele estava a dizer que todos os gays queimarão no inferno e que eles estarão num anel de fogo. Então olhei para Julian e ele olhou para mim e instantaneamente tivemos a ideia de abafar o ódio com os nossos saxofones. Ficamos surpresos com a viralização do vídeo e ficamos felizes em ver o apoio existente com a comunidade LGBTI+’.

O vídeo já conta com mais de 76,255 visualizações e mais de 16,000 gostos.

A voz da comunidade LGBTI + e dos aliados será sempre mais alta daqueles que nos odeiam.

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Testemunhos

José Carlos Malato vítima de bullying na infância

Jose Carlos Malato vitima de bullying

José Carlos Malato no programa ‘A nossa tarde’ testemunhou a sua história de discriminação e agressões que sofreu na infância.

Ele fala da discriminação estar presente em todo o lado quer pela cor, orientação sexual, peso ou qualquer outra coisa que fuja do padrão de normalidade. ‘O padrão de normalidade vai mudando ao longo do tempo, mas sempre existiu na nossa vida e também na minha vida’ – disse o apresentador

Infância de José Carlos Malato

José Carlos Malato revelou ter uma infância extraordinária e feliz apesar de não ter amigos. Entrou na escola antes do 25 de Abril e foi testemunha de Jeová imposto pela sua mãe.

Malato em criança, era sensível, não era gostava de desporto, no recreio preferia a companhia das meninas, tinha tiques efeminados e fugia ao padrão dos rapazes. Quando entrou no 2º ciclo começou a sentir-se excluído e discriminado e começou a questionar o que havia de errado nele.

O apresentador confessou que gostava da escola mas o recreio era um pesadelo devido agressão verbal com os termos ‘maricas’ e ‘paneleiro’, palavras que ele desconhecia na altura. Rapidamente as agressões verbais passaram para agressões físicas. A violência física durou anos.

‘Eles diziam que era maricas e portanto faziam-me mal’

José Carlos Malato queria ser feliz e percebeu que para isso teria de acabar com os seus tiques. Começou a treinar em frente ao espelho a sua voz mais grossa, parar de ‘falar’ com as mãos, andar mais masculino, a não gritar quando se assustava… O esforço não resultou, a violência e a humilhação continuou e só melhorou quando mudou de escola e de colegas.

Quando entrou na adolescência e na vida adulta apercebeu-se que era ‘maricas‘ como os rapazes apontavam. Começou a desenvolver um orgulho e conseguiu ultrapassar toda a violência sofrida.

O apresentador confessa que ficou com mazelas e que ainda hoje tem dificuldades quando vai buscar a sobrinha a escola.

Por fim, o José Carlos Malato revela que na altura não havia nada, sentiu-se muito desamparado e que podia ter feito uma asneira (suicídio) mas que agradeceu por não o ter feito.

Veja a entrevista na integra:

http://media.rtp.pt/anossatarde/artigos/grande-entrevista-jose-carlos-malato/

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