Festival da Canção 2020 | MEERA

Desde uma tour de verão no Brasil, onde tudo começou, até um sunset íntimo num terraço no Porto, MEERA é a receita na dose certa para a diversão de que todos procuramos.

Há alguns anos atrás, Jonny Abbey (músico e produtor que integrou Mirror People como guitarrista e vocalista), e Cecília (vocalista e baterista portuense) acabaram por se conhecer na mesma banda. Fascinados com as viagens pelo mundo e visitas a destinos exóticos, ambos fizeram parte de uma banda em digressão mundial.

Jovens despreocupados que eram, tornaram-se companheiros numa altura em que existia uma enorme vontade de experimentar o que a vida tem para oferecer. Deambularam nas ruas de Xangai às 2 da manhã, entrosaram-se com os músicos frenéticos do Rio de Janeiro, e perderam um voo em Berlim mesmo antes de um concerto, tudo isto acontecendo de forma natural e inspiradora para ambos. Ao contrário das paixões de verão, tantas vezes efémeras, a sua amizade e ligação musical saiu ainda mais fortalecida. Muitas das narrativas das canções são provenientes destas mesmas experiências de vida.

Pouco tempo depois de terem regressado a Portugal, devido a uma necessidade de descontração inerente a qualquer millennial que trabalha em demasia, conheceram o produtor Goldmatique. Nessa festa, num terraço no Porto, descobriram que mais do que terem amigos em comum, a sua visão musical encaixava na perfeição e começaram a encontrar-se regularmente para sessões de composição e produção. O Goldmatique também trouxe com ele o produtor Rykord para limar ainda mais a estética das canções.

Estes músicos encontraram na cidade do Porto a energia certa para estas canções. Quer sejam focadas na libertação sexual, abraçando em simultâneo a necessidade humana de intimidade, ou sobre a auto-aceitação das nossa falhas e desequilíbrios, a música de MEERA oferece o escape perfeito, contendo uma electricidade contagiante capaz de nos proteger de todas as preocupações rotineiras.

Nunca aceitando a norma, encontram o seu conforto na exploração do escapismo, na procura incessante de amor e reconhecimento, mesmo que isso implique alguns desgostos amorosos.

(em atualização)

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