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Rápidinhas

8 filmes nacionais de temática LGBT que você precisa assistir no Festival Mix Brasil

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Transamazonia, de Renata Taylor, Débora Mcdowell, Bea Morbach, que está em cartaz no Festival Mix Brasil.

De um lado, incertezas que rondam alguns festivais de cultura e ofensivas do governo federal frente a produções de temática LGBT. Do outro, a 27ª edição do Festival Mix Brasil, que persiste em garantir uma programação de música, cinema, teatro e literatura voltada para questões de gênero e sexualidade. 

Cerca de 110 filmes de 26 países compõem a seleção deste ano, além das atrações inéditas de teatro, música, literatura e, pela primeira vez, games. O destaque fica com a agenda cinematográfica que traz menos filmes internacionais, o que cedeu espaço para longas e curtas-metragem brasileiros.

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Entre eles, estão longas que vão de afetividades até lutas da população LGBTQI . Entre eles, Música Para Morrer de Amor, de Rafael Gomes, que foi exibido no NewFest, festival de cinema LGBT de Nova York e Uma Garota Chamada Marina, sobre a cantora Marina Lima, dirigido por Candé Salles e Transamazonia, de Renata Taylor, Débora Mcdowell, Bea Morbach.

Abaixo, o HuffPost Brasil selecionou nove filmes que André Fisher e Josi Geller, diretores do Festival Mix Brasil, acreditam que você não pode deixar de assistir.

1. Música Para Morrer de Amor, de Rafael Gomes

O longa Música Para Morrer de Amor, dirigido por Rafael Gomes, é baseado em uma peça de teatro homônima e foi exibido pela primeira vez no NewFest, um dos festivais  de cinema LGBT mais importantes de Nova York ― ele será exibido pela primeira vez no Brasil no Festival Mix Brasil.

É São Paulo, em 2019, e o filme conta a história de três corações prestes a se partir ― além de trazer nuances sobre gênero e sexualidade ao som de músicas par morrer de amor. Um dos personagens, Ricardo, namora, mas nutre uma paixão platônica por Felipe, seu novo colega de trabalho. Já Isabela, em crise com Ricardo, que é seu melhor amigo, enfrenta sozinha o rompimento de seu namoro com Gabriel. Enquanto isso, Felipe se vê no meio de Ricardo e Isabela, entre as projeções de uma relação ideal e a descoberta de novos sentimentos. 

DATA E LOCAL DE EXIBIÇÃO:
16 NOV | SÁBADO – 17h @ Cinesesc
19 NOV | TERÇA – 19h @ Cine Olido

2. Uma Garota Chamada Marina, de Candé Salles

Dirigido por Candé Salles, a vida e a obra de Marina Lima – uma mulher à frente do seu tempo e uma artista que, em mais de 40 anos de carreira, canta os anseios de várias gerações, estão no documentário Uma Garota Chamada Marina realizado a partir de um vasto material que acompanha a trajetória da artista,

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Orgulho Gay 🌈

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Youtuber Luba ameaça e expõe fake que usava suas fotos no Grindr

O Youtuber Luba usou suas redes sociais para expor um usuário do Grindr que usava um perfil fake criado com as suas fotos.

“Não entendo pessoas que criam perfil fake! Só pra ver nudes? Nunca fazem real?”, questionou em seu Twitter.

Nos prints expostos pelo influenciador, Luba ameaça com toda razão o usuário que usava suas fotos para enganar outras pessoas: “Se você não tirar as fotos a próxima vez que ficar on, vou denunciar!”.

Nisso, o usuário – que não acreditava se tratar do verdadeiro Luba – perde o tom e parte pra ignorância: ‘Aproveita e toma no cu, ou melhor, não toma”. E ainda se defende: “Sou fã do Luba, seu vindo de bosta, vá se ferrar!”.

Para provar que era ele mesmo, Luba questiona “Fã meu que usa fake e fala ‘viado de bosta para os outros? Tá me representando bem mal!” e então mandou uma foto com uma folha onde escreveu: “Denunciado, lixo!”.

Ainda sem acreditar que se tratava do verdadeiro Luba, o autor do perfil fake tentou se justificar: “Só coloquei a foto porque também sou ruivo e fiz uma tatuagem igual do Luba que não é você!”.

É… Parece que era o Luba sim!

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Rápidinhas

Casal de pinguins gays dá a elza e choca ovo de fêmea em zoológico da Holanda

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Outro casal de pinguins gays está a fazer manchetes por seu desejo de começar uma família, mas este casal não adotou um ovo, eles simplesmente roubaram. 

O casal, que vive no zoológico DierenPark  Amersfoort, na Holanda, “adquiriu” o ovo por meios misteriosos, de acordo com o tratador de pinguins do local, Marc Belt.

“O casal gay está a cuidar muito bem do ovo e revezando-se para mantê-lo quente”, disse Belt ao Dutch News. O tratador acrescentou que “a homossexualidade é bastante comum entre os pingüins, mas o que torna esse casal notável é que, diferente dos outros, eles roubaram um ovo”.

Belt ainda não tem certeza se o ovo é realmente fertilizado, resta aos futuros pais continuarem a chocar para descobrirem.

Os pinguins gays holandeses são apenas mais uns fazerem manchetes por suas tentativas de começar uma família. Em setembro, o casal Skipper e Pinga não fertilizaram os seus ovos, uma notícia que deixou os tratadores do zoológico de Berlim, que torciam pelo filhote, dececionados.

“o nosso casal de pinguins-rei do mesmo sexo terminou a ninhada”, anunciou o zoológico na época. “Em 2 de setembro, o ovo se abriu e infelizmente não foi fertilizado. Certamente eles terão a hipótese de se tornar pais novamente no futuro. ”

Tomara que os pinguins do zoológico DierenPark tenham mais sorte que Skipper e Pinga, né? Precisamos de famílias queer mais amorosas no reino animal!

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Sam Smith responde homofóbico que o chamou de “bicha deslumbrada” do melhor jeito

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O cantor Sam Smith deixou um internauta homofóbico sem resposta no Twitter.

Num post já apagado pelo covarde que o atacou, Sam foi chamado de “batty boy”, algo como “bicha deslumbrada” em tradução livre.

Na mensagem em questão, onde o homofóbico o chamava de “batty boy”, Sam – que saiu do armário como não binário no início deste ano – respondeu: “Batty them”, mantendo o “nível”, mas corrigindo o género errado usado pelo homofóbico, pedindo apenas pra trocar o género masculino (boy) pelo género neutro (them), apenas contestando a ignorância do rapaz e mantendo o “bicha”.

 

Seria algo como se ele respondesse em português: “Uma bicha deslumbrada não!! Umx bichx deslumbrax”.

O tweet foi curtido mais de 2000 vezes. Além dos fãs, muitas pessoas que também se identificam como não binárias agradeceram Sam por usar sua plataforma massiva para torná-los mais “válidos” e “aceitos”.

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